O belo e o horror da imagem…

Um dia de julho…há muito tempo… fogos, clarões e festividade de uma extremidade a outra…as luzes das caixas pretas mostram o que todos deveriam enxergar, mas eles não têm a seriedade de olhar..um olhar crítico e humano. Como diz Benjamin “Na encosta íngreme se apinham dezenas de milhares de pessoas a fim de acompanhar o espetáculo”.

Espetáculo esse que todos querem ser o primeiro a fazer uma leitura de imagem. Espero que esses gritos não fiquem apenas na abertura do diafragma e na velocidade do obturador da “câmera escura”, ou melhor, o enquadramento nas pontas dos quatro dedos para metralhar o que está na frente do seu nariz.

Pânico, horror, tristeza e muitas lágrimas que foram registradas por muitas lentes que estão em todos os veículos de comunicação…Que não fiquem apenas nos cartões de memórias e nos computadores e nos blogs da vida ou nos 15 minutos…mas sim na consciência das autoridades políticas e dos fotógrafos como uma medida a ser tomada, e não como troféu.

E fechamos assim mais uma semana do mês de julho…

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